03 Julho 2006

O Homem do Chapéu – Coco Apresentação - Paulo Senna (artista plástico)

Ler o Homem do Chapéu – Coco, foi uma prazer para mim.

Willman Costa, com seu texto fácil, nos acompanha em um passeio por ipanema, leblon e copacabana, junto com Pedro, Carol, Carlinhos, Dona Frida, Maria e um certo senhor de anacrônica aparência, até certo ponto sombria.

É gratificante saber, que por estas ruas, prais e avenidas que caminhamos, tentando observar a beleza, e um pouco do que resta da história do lugar, apreensivos com a insegurança com que possamos a qualquer momento deparar, exista um homem de letras, que com elaboradas personalidades e animadas situações, enriquecidas pelo traço perspicaz de Leandro Ferra, nos façam ver que a beleza não morreu, a amizade persiste, e a imaginação sadia e profícua, aliada a uma narrativa envolvente, torna nossa cidade mais cândida, promissora, universal.

Utopia, mas vale a pena, ler o Homem do Chapéu – Coco, é arejar a mente.